JURA EM PROSA E VERSO

CONTOS ERÓTICOS

 

 

A sobrinha sapatão

Autoria desconhecida

Tudo teve início quando no sábado, o filho da minha namorada pediu para vir dormir comigo, na minha casa. Eu moro sozinho e como ele sempre fazia isto, minha namorada deixou sem problemas. O Beto tinha 14 para 15 anos e estava se preparando para vir comigo, todo feliz, já que ele assistia uns filmes pornôs lá em casa, sem a mãe saber, claro. Ele sempre me ajudava, inclusive quando eu pegava alguma tia ou prima dele.

Acontece que a sua prima Kelly, de 18 anos, estava ouvindo a conversa e falou que também queria vir.

 

Vou adiantar pra vocês a história dessa prima Kelly.

 

Ela  tem fama na família, de ser sapatão. Mesmo com essa fama, ela é a mais gostosa e linda de todas as sobrinhas, e eu era louco para comer ela.  Kelly tinha seios de médios para grandes e duros, que apontavam para cima, com mamilos deliciosos, e davam para serem vistos pela camiseta, já que ela não costumava usar sutiã. Seu corpo era perfeito, com cinturinha fina, bunda grande e coxas grossas e torneadas. Eu achava um desperdício ela ser sapatão. Na verdade, eu não entendi nada sobre ela querer vir junto, mais respondi que por mim não teria problemas, desde que a mãe dela autorizasse.

Após a autorização da mãe, fomos todos para a minha casa. Após conversarmos bastante na sala, o esquema era dormirmos no meu quarto, eu na minha cama e o Beto em um colchão, no chão, com a Kelly, e assim foi feito. No quarto deitamos para assistir TV, e Beto logo colocou num canal pornô. Eu reclamei, pedi para ele respeitar a Kelly. Foi quando tive a primeira surpresa:  ela falou que podia deixar e que ela até gostava, e assistia sempre na casa das amigas, e até ficava com vontade de fazer algumas coisas quando assistia filmes pornô...

Assim foi feito, eu fiquei na minha cama, a Kelly ficou no colchão no chão, com o Beto.

Assistimos alguns minutos e o Beto falou que precisava ir tomar banho. A Kelly logo falou: vai bater punheta, vai moleque... e ficou rindo... Ele reclamou, meio sem graça, mais foi tomar banho, deixando a Kelly e eu sozinhos no quarto.

Foi aí que eu resolvi perguntar se o que eu ouvia sobre ela era verdade mesmo.

 

A Kelly deu uma risada debochada e falou que era sim e que gostava de mulher. Eu disse que não acreditava e que para mim, era um desperdício, já que ela era uma mulher linda e de corpo perfeito e que eu admirava o seu corpo sempre que podia.

Logo ela sorriu um riso safado e falou que podendo confiar em mim iria me contar a história toda. Ela prosseguiu dizendo que a mãe dela já havia dito que ela poderia confiar em mim, porque eu era discreto ( eu já havia pego a mãe dela).

Ela iniciou o relato que eu escrevo aqui.

 

Quando ela era mais jovem, tinha o corpo muito mais desenvolvido que as suas amigas e primas da sua idade. Então os meninos da escola viviam dando em cima dela, querendo passar a mão, tentando se aproveitar dela.

Como ela já era safadinha, um dia em que ela foi com um grupo de meninos na casa de um deles para fazer um trabalho de escola, após o termino, todos foram embora rapidamente (estava combinado entre eles) e o dono da casa, um menino que ela achava bonitinho e gostosinho, passou a querer beijar ela e ela foi deixando, claro que logo ele já passou a mão nos peitos e queria tirar toda a roupa dela.

Como eles estavam sozinhos na casa e ela estava gostando da brincadeira, deixou o menino tirar a roupa toda dela. Bom, para resumir, ela contou que ele abriu as pernas dela e foi enfiando o pintinho (pequeno segundo ela), e ele acabou tirando a virgindade dela.

Segundo ela, não foi bom porque o menino gozou logo e ela não sentiu prazer e ficou com medo de engravidar, e ficou por isso mesmo. Ela não quis mais nada com o menino, mais ele contou para todo mundo na escola e os meninos passaram a assediar ela, querendo comer também.

A situação ficou insuportável, com todos os meninos querendo comer ela, até que um dia, ela irritada falou que não gostava de homem e que o negócio dela era mulher e que ela era sapatão.

Foi a partir daí que a fama dela espalhou. Quando a mãe ficou sabendo da fama que se espalhava, ela teve que contar para a mãe, que apesar de ser liberal, deu a maior bronca por ela ter perdido a virgindade e sobre o risco de engravidar, além de ficar mal falada.

Diante disso ela deixou rolar, sem se importar, a fama de sapatão, que se espalhou até na família, inclusive uma das primas quis comprovar se era verdade mesmo e tiveram uma sessão de cola velcro na casa dela, mais segundo ela, adorou ser chupada, mais queria mesmo ser penetrada
.”

Depois disso, passamos a rir muito de tudo o que ela contou e assim ela me pediu para não contar para ninguém, porque só a mãe, a avó e essa prima dela, sabiam da verdadeira história.

Logo após o Beto voltou do banho e se deitou.

 

Eu disse que estava com fome e a Kelly também, então eu pedi para Beto ir na padaria buscar uma pizza para nós.

 

Ele reclamou um pouco mais foi.

 

Então eu aproveitei que ficamos sozinhos novamente e falei que achava ela muito bonita e gostosa e que ela tinha um corpo muito lindo. Foi ai que ela me surpreendeu novamente, dizendo que já tinha percebido isso por causa do meu pau duro quando olhava para ela ( eu comia ela com os olhos e chegava a ficar de pau duro mesmo imaginando aquela boca no meu pau e eu gozando nos peitões dela). Ela acrescentou que também ficava excitada, por isso ela estava esperando uma chance de ficar comigo e quis vir para minha casa.

 

Ela sabia que eu já tinha transado com algumas primas e tias dela. Até a mãe dela elogiou bastante o meu pau. Foi aí que ela teve a ideia de vir comigo e o Beto para minha casa. Estava com tesão em mim, só esperando uma oportunidade.

Eu já não estava mais aguentando e estava de pau duro pronto para atacar ela, quando o Beto voltou com a pizza.

Nós comemos e ficamos assistindo a TV, então fui para a beirada da minha cama, baixei o braço, e fiquei acariciando os cabelos da Kelly que disse adorar ser acariciada nos cabelos, eu não me fiz de rogado, acariciei seus cabelos e fui descendo para o pescoço e ombro até que ela virou-se de barriga para cima e eu acompanhei com a mão, minha mão acabou indo parar nos peitos dela, como ela não teve reação eu fui acariciando e dando leves beliscadas nos seus mamilos que estavam duros e pontudos, ela apertava minha mão para amassar seus peitos que estavam duros e com os bicos arrepiados, ela soltava gemidos abafados para não chamar a atenção do Beto, ao seu lado, no mesmo colchão, que já estava quase dormindo.

Eu fui descendo a mão deslizando pela barriga até chegar no elástico da sua calcinha (eu percebi que ela já havia aberto o botão da bermuda e baixado o zíper), ela levantou o elástico da calcinha e facilitou a entrada da minha mão.

Mesmo com a posição desconfortável, pois da minha cama eu a bolinava lá em baixo, no colchão, delirei de prazer. Foi ai que eu senti a buceta toda depilada, que já estava molhada de tesão, e foi eu tocar no grelo dela para ela segurar um gemido abafado.

 

Então ela segurou a minha mão, para eu parar, porque o Beto não parava de se mexer e ele não poderia saber de nada. Ela achava ele fofoqueiro, e se visse alguma coisa ia logo contar para todo mundo ou querer também.

Ela segurou a minha mão, mas não tirou ela da sua bocetinha que estava encharcada , e aliás era um bocetão grande de lábios grossos( característica de todas as mulheres da família, boceta grande de lábios carnudos e peitos duros, cheios, bicudos e deliciosos).

Eu voltei a acariciar o seu grelinho e ela não aguentou, abriu as pernas e deixou meus dedos brincarem a vontade.

Não precisou muito e ela logo travou a minha mão no meio das suas pernas enquanto seu corpo estremecia e ela gozava, ela ficou parada e eu sentindo as contrações da sua boceta na minha mão. Nessa hora o Beto deu uma virada no seu colchão, ficando de costas, e ela estava de olhos fechados sentindo as contrações e o gozo escorrendo pelas coxas.

Depois de gozar, Kelly deitou-se de barriga para baixo e ficou curtindo o gozo. Eu não deixei por menos; fui acariciando as costas nuas e fui descendo até chegar no rego daquela bunda maravilhosa. Assim que eu toquei no seu cuzinho ela travou de susto e deu um gemidinho, foi ai que ela virou –se para mim e falou baixinho para não fazer aquilo porque o cuzinho era o seu ponto fraco e ela não ia conseguir conter os gemidos.

Aproveitando a dica eu me concentrei em passar o dedo na bocetinha molhada ( para lubrificar ) e ir cutucando o cuzinho que fazia ela empinar o quadril a cada dedada no seu anelzinho de couro.

Em pouco tempo eu já estava com metade do dedo atolado no cuzinho dela e ela rebolava e gemia baixinho, até que eu a chamei, com um gesto, para ela subir na minha cama.

 

Nem precisou insistir; ela olhou para Beto e levantou meu lençol e se enfiou em baixo ficando de costas para mim.

Eu, que já estava com o pau para lá de duro e fora da bermuda, fui encaixando ele no meio das pernas dela, que ao sentir o invasor, soltou um gemido rouco de desejo.

Eu Tirei a bermuda dela fui enfiando o pau no meio das suas coxas e fazendo um movimento de vai e vem bem lento sentindo os lábios do bocetão dela abraçando o meu pau.

 

Eu sentia a umidade e o calor daquela boceta, até que eu dei uma mexida e ele foi parar na entrada da sua boceta pronto para penetrar. Ela deu um pulo para frente e não deixou. Ela virou e cochichou no meu ouvido que estava louca para ser penetrada na buceta, mais tinha medo de engravidar, de tanto medo que a mãe colocou nela. Disse mais, que queria dar para mim mais teria que ser no cuzinho.

Foi ai que eu me virei de barriga para cima e ela subiu em cima de mim ficou com as pernas abertas. Pegou meu pau e foi pincelando a cabeça na entrada da sua boceta, que já estava pingando de tesão, eu tentava penetrar mais ela segurava e não deixava, até que ela guiou meu pau até a entrada do seu cuzinho e deitou até chegar no meu ouvido e falou baixinho:

- Come o meu cuzinho, mais vai devagar porque eu só dei uma vez e faz muito tempo. Fui, assim, forçando a penetração e o seu cuzinho foi se dilatando e a cabeça do meu pau foi penetrando, eu sentia meu pau sendo comprimido e as vezes ela pedia para parar um pouco pois estava doendo.

Ela foi sentando devagar, a cabeça foi abrindo caminho e ela foi rebolando e abrindo a bunda com as mãos para facilitar a penetração. Não demorou muito para sentir o cuzinho dela comprimindo meu pau todo, ela então passou a cavalgar eu ajudava estocando de baixo para cima.

Ficamos assim até que ela cansou e pediu para mudar de posição, ela deitou-se e eu coloquei um travesseiro por baixo do seu quadril deixando seu anelzinho que já estava vermelho das estocadas , eu encostei meu pau na entradinha dele e fui empurrando sem dó, ela deu um gemido abafado mais gostou e pediu para socar tudo e foder o cuzinho dela com força e ficava falando :

- Ai que gostoso, fode o meu cuzinho, eu já estava doida de vontade de dar ele para você, vai fode gostoso que eu vou gozar logo com esse pau atolado no meu rabo, ela gemia e cavalgava rebolando falando que estava muito gostoso e que queria dar para mim todos os dias.

Ficamos assim até que ela anunciou que ia gozar, eu acelerei as estocadas e ela gozou causando as contrações do seu cuzinho me fazendo gozar junto com ela, seu corpo estremeceu todo e eu já sentia o cuzinho dela contraindo em volta do meu pau e parecia que o seu cuzinho estava mordendo ele.

Ela gozou e foi deitando sobre o colchão e pediu para não tirar ele de dentro porque queria sentir ele ir saindo aos poucos.

Quando ele amoleceu e saiu, deixou vazar a minha porra que entupia o seu cuzinho, ela se limpou e voltou para o colchão no chão, depois de confirmar que o Beto estava dormindo mesmo. Ficou de joelhos e levantou o meu lençol, e viu o meu pau ainda meio duro, então ela deu um sorriso e falou baixinho no meu ouvido:

Agora eu vou fazer outra coisa que eu adoro...e caiu de boca no meu pau, enfiando o que cabia na boca, ela mamava na cabeça e ia descendo até chupar as bolas enquanto me punhetava lentamente, foi uma delícia sentir aquela boca quente sugando meu pau, ela ficou assim até que eu anunciei que ia gozar novamente, ela intensificou a chupada e me fez gozar na boca dela, ela me chupou até deixar ele limpinho e segurou ele na boca prolongando o meu prazer até ele ir amolecendo.

Depois ela veio e me falou:

- Foi a minha primeira gozada que eu levei na boca e eu adorei, você é muito gostoso, adorei seu pau, quero dar sempre para você, minha mãe estava certa, você tem um pau muito gostoso.

Eu não entendi essa relação das duas. Mas ela, falando baixinho no meu ouvido, disse que sabia que no início do meu namoro com a tia dela, eu tinha comido a mãe dela na praia.

 

Só pra você, leitor, eu vou contar:

 

“A mãe dela, já meio bêbada, aproveitando que a minha namorada tinha bebido e já estava dormindo, me levou para um quartinho que tinha no fundo do quintal e chupou meu pau até eu gozar na boca dela e depois ela apoiou as mãos na parede e arrebitou a bunda para eu furar o couro do cuzinho dela.”

 

Kelly disse que sua mão, era só tomar umas a mais, e contava de novo essa transa, que para ela foi inesquecível. Então a Kelly, cada vez que ouvia, ficava com mais vontade de dar para mim, inclusive já tinha se masturbado várias vezes deitada na cama, pensando no meu pau duro.

No dia seguinte, acordamos cedo e o Beto foi na padaria buscar pão e depois ainda ia passar na feira, para comprar umas frutas para o café da manhã.

 

Assim que ele saiu ela levantou da cama e deitou novamente em cima de mim e disse:

 

- Minha boceta esta pingando de vontade, aproveita que o Beto vai demorar e fode o meu cuzinho outra vez, dito isso ajeitou meu pau portinha do seu cuzinho e eu já fui empurrando sem dó, ela passou a gemer e pedir para ir devagar porque o cuzinho dela ainda estava ardendo. Só que, agora, ela podia gemer a vontade.

 

Eu soquei o pau no cuzinho dela com força e ela gemeu de prazer, até que eu pedi para ela ficar de quatro e ai enterrei meu pau de novo no seu cuzinho, provocando um urro de dor e prazer.

 

Eu socava sem dó enquanto com uma das mãos acariciava sua bocetona e com a outra mão amassava seus peitos que estavam com os bicos duros de tesão. Nesta posição eu podia ver o meu pau entrando e saindo do cuzinho dela e quando eu puxava até quase sair, suas pregas faziam um bico para fora, ai eu socava tudo de volta.

 

Ela pedia para ir devagar, mas não parar, porque ela gostava da dor e estava muito bom sentir meu pau atolado no rabo dela, enquanto ela dizia que nunca tinha sentido tanto prazer. Ficamos assim até ela gozar novamente.

 

Então fomos para o chuveiro, onde ela chupou meu pau, engolindo ele até as bolas, me fazendo gozar na sua boca e nos peitos.

Voltamos para cama e foi então que veio uma nova surpresa, ela pediu para eu me deitar de barriga para cima e colocou a boceta na minha boca.

 

Pediu para eu chupar, porque ela queria gozar novamente, só que agora com a buceta na minha boca, igual ela fez com a prima.

 

Então eu vi de frente o tamanho daquele bucetão, de lábios carnudos e salientes, de cor marrom e um grelo duro que parecia um micro pênis. Eu chupei ele, mordi e chupei aquela buceta encharcada com gosto. Kelly delirou e gemeu de prazer enquanto eu amassava seus peitos duros e bicudos até ela gozar molhando todo o meu rosto.

Depois ela veio, deu um beijo delicioso na minha boca dizendo que queria sentir o gosto da própria buceta.

 

Tão logo Beto retornou, tomamos nosso café com frutas e eles foram embora para casa, felizes e satisfeitos.

Na semana seguinte, ela me ligou e pediu para ir buscar ela na escola, porque tinha uma surpresa para mim. Chegando lá, ela pulou no meu pescoço e me deu um selinho.

 

Sentamos no carro e enquanto eu acariciava seus peitões, ela toda feliz disse que estava tomando remédio para não engravidar e que logo eu iria poder entupir a sua boceta de porra, e ela não via a hora de isso acontecer e realizar o seu sonho.

Eu à questionei sobre o remédio e ela informou que contou para sua mãe o seu desejo de dar a buceta para mim, e ela levou-a imediatamente a um médico, que lhe receitou o anticoncepcional. Assim, dentro de alguns dias, assim que o medicamento começasse a fazer efeito, poderiam transar a vontade. Uma informação a mais: a mãe dela disse que adoraria fazer parte de uma festinha a três.

 

Só que essa, se acontecer mesmo, eu contarei aos meus leitores, depois.