COMEU A VIZINHA

JURA EM PROSA E VERSO

 

CONTOS ERÓTICOS

 

 

 

Comeu a vizinha

Autoria desconhecida

 

Edu, tenho 27 anos, 1,65 altura, moreno bem claro, olhos e cabelos castanhos, me considero bem atencioso e carinhoso, sou acadêmico, atualmente moro em Barreiras interior da Bahia.

Eu, sempre fui um cara atencioso com as pessoas e sempre muito prestativo. Ao lado da casa dos meus pais, havia um imóvel a ser alugado, é uma casa com três quartos, sala, cozinha, banheiro, uma área de serviços e um enorme quintal. Em setembro de 2009, chegou uma família de uma cidade que fica a quase 70km de Barreiras-BA, essa família é composta por Mae, mais três filhos sendo um menino de 10 anos, duas meninas uma de 15 (L)e outra de 19(N) anos. Ate então, tive um contato, ou melhor, aproximação mais rápida com a mãe deles, pois, ela assumiu a direção de uma escola municipal e como eu estava estagiando trocávamos idéias… Então conheci sua filha mais nova de 15 anos(L) e fortalecemos nossa amizade. Ao passar quase um mês, estive na casa delas num domingo a tarde e a mais nova (L) percebeu que eu olhava diferente pra sua irmã(N) mais velha.

Quando estava indo embora ela me perguntou se havia interesse pela sua irmã, sem saber responder apenas sorri. E sempre que eu passava na rua la estevão elas sentadas na porta de casa, pois, havia uma arvore e uma sombra bem gostosa. Numa sexta feira sentei com elas e fui me enturmando e lhe ofereci uma cerveja a mais velha topou e começamos a beber e trocar idéias e nos conhecemos melhor… ali comecei a perceber sua beleza, olhos pretos e bem escuros, cabelos castanhos e cacheados, seios fartos e uma bela bunda, e assim continuamos a beber… Ela perguntou sobre minha namorada, respondi não tinha, que já tinha meses que havia terminado com minha namorada. Eu perguntei: E você tem namorado? Ela sorriu e respondeu sim, ele esta querendo noivar. Fiquei meio sem graça, mas percebi que ela sentiu meu comportamento mudar… e falou que não queria noivar, pois não gostava mais… Certo dia chegando da faculdade, estava (N), sentada na porta enrolada numa toalha dizendo que estava com calor e que não conseguia dormi. Aproveitei a situação e convidei pra tomar cerveja, ela respondeu trás pra ca que bebemos, fui até um barzinho mais próximo e comprei 6 cervejas. Começamos a beber e percebi que em sua casa todos já dormiam e ela já se soltando só de calcinha e sutiã enrolada na toalha, as vezes ficava olhando o seu decote sem que ela percebesse e meu pau já… Quando percebi que ela já estava mais a vontade, já estava com a cabeça feita lhe pedi um beijo e ela na hora me beijou, enconstei na parede e começamos a nos beijar bem forte e sentia que ela estava mais do que carente, pois, levantava sua perna esfregando em mim e meu pau já a mil convidei ela pra sair dali.

Ela topou so que não havia lugar. Ela me deu uma idéia pra eu saltar o muro de casa que sairia em seu quintal, assim fiz. Quando saltei estava ela já esperando e comecei beijá-la novamente, foi quando a percebi tirando meu pau da bermuda e disse: Esse seu pau é de responsa, que pau enorme e delicioso, agachou e começou a chupar e pedi pra ela fica de quatro, pois queria chupar sua xana, ela gemia sem parar e senti ela gozando e melando minha boca… me sentei e pedi pra ela engolir meu pau com sua buceta que já se encontrava toda molhada. Sentou e começou a cavalgar e eu chupando aqueles seios enormes, coloquei de quatro novamente e metendo com força e ela dizia nunca ter visto um pau igual…

Coloquei no seu cuzinho que por sinal estava muito gostoso e quando fui gozar ela pediu pra eu gozar na sua boca e assim fiz, foi tudo de bom…

es Ne� mn���idi-font-family:”Times New Roman”;color:black;mso-fareast-language:PT-BR’>Ela se sentou novamente ao meu lado e disse que sua tia só chegaria mais tarde por conta da forte chuva. Adorei. Com tanta excitação, foi a minha vez de sentar sobre ela. Virei-me e sentei em seu colo, como ela antes fizera. Beijei-a calmamente, pois agora teríamos todo tempo para nos amarmos.

 

 

Ela voltou a acariciar-me, adorei, continuamos com o beijo molhado, intenso e maravilhoso, e eu também a acariciava. Seu rosto, seios, pescoço, tudo que alcançava naquele momento era apalpado. Entre um beijo e outro, soltava gemidos para provocá-la. Logo senti sua mão subindo sobre minha coxa, levantando a saia. Ela apertava, provocando-me. Sua forma de me acariciar era suave, mas ao mesmo tempo ousadas sempre buscando meu sexo que há essa hora já estava bem mais do que molhado.

Quando sua mão alcançou entre minhas pernas, meu gemido foi maior. Ela colocou a calcinha pro lado, levantei-me um pouco mais para que ela me tocasse com facilidade. Nossos lábios continuavam grudados, em um beijo que se fazia necessário. Eu era puxada contra seu corpo, da mesma forma que ela, eu precisava sentir seu calor, sua pele.

Já não agüentava mais, fiquei em pé sobre o sofá e tirei a calcinha, minha saia já não era problema, o que eu queria era somente pertencer a aquela mulher, satisfazê-la e me satisfazer. Ser dela e fazê-la minha.

Apesar de adorar me provocar, vi que ela já não estava agüentando, foi então que em seu ouvido pedi que me fizesse sua mulher, que me possuísse e me amasse. Ela não se fez de rogada e me penetrou de forma magnífica, com força. Claro que não tive resistência, deixei que ela usasse meu corpo para seu único e exclusivo prazer.

Já não podia controlar meu desejo, estava a ponto de explodir, mas queria ainda dar prazer a minha amada. Deitei-a no sofá e fiquei por cima, sua mão ainda me explorava, minha boca desejava a sua. Nossos corpos tremiam, suavam. Ela me tocava e eu gemia bastante. Com tanta excitação não me agüentei, gozei em seus dedos. Ela me beijou devagar, fui me acalmando, seus dedos continuavam a me tocar. Deitou-me sobre o sofá, sua boca percorria meu corpo, meus seios, até chegar ao meu sexo. Aquela língua quente me penetrava, sugando meu mel. Arrepiava-me, me enlouquecia. Após me secar toda, ela me convidou para um banho, sem resistência nenhuma fui conduzida até o banheiro. Amamos-nos novamente no chuveiro, dessa vez de forma mais romântica, todo aquele amor era demonstrado por beijos, leves toques, palavras de afeto. Seu sexo junto ao meu era o que agora nos satisfazia. A chuva continuava, e o barulho nos deixava ainda mais envolvidas, desligadas de tudo que acontecia após aquelas paredes. Meu gozo foi espontâneo, senti que ela também estava no auge. Beijei-a. Ao terminar realmente o banho, fomos para a cama. Ficamos abraçadas, trocando caricias por horas, sua tia avisou que voltaria apenas no outro dia, e passamos a noite juntas.

E naquela noite, tive a certeza de que aquela era a mulher da minha vida, aquela que não só me satisfazia na cama, mas que fazia com que eu me senti-se amada, me fazia amá-la da forma que jamais havia amado.

Infelizmente o que é bom nem sempre dura muito, e logo o ciúmes e outras coisas nos afastaram. Mas jamais vou esquecer-me daquele sorriso, das brincadeiras, e daquela menina que me fez tão bem.

Esse guardei a sete chaves pra você!

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